Eu sou responsável por todas as coisas que acredito, me façam feliz ou não. Eu ainda não tive tempo necessário pra desprender o meu grito de alivio, lavar o coração e amansar a minha necessidade de querer abraçar o mundo com as pernas e entender porque o passado deve ser pisoteado. De vez em quando há uma incontrolável vontade de ser meio amarga, maremoto, correnteza e ventania. Mas passa, quase sempre é calmaria…
Já avisei o desânimo milhares de vezes que não vou passar a sentir medo de cruzar por caminhos empedrados se caso o objetivo estiver atrás e á vista. Medo de escuro nem se compara, cara de choro é só um disfarce.
Já entendi que hoje em dia quem vai com o coração é o idiota que te que espera, te considera, te venera. E que paixões passaram a ser por ebjetos, que daqui não saem e que são quebrantes.
Não conto mais carneirinhos, mas não vou esperar o circo chegar para gargalhar. Sou responsável sim por tudo que acredito, e por todos os sorrisos que necessito dar.
”A vida não pára…” já disse Cazuza.
Morrer vivendo, não.
